Mês da Consciência Negra – Viçosa
- Tipo da Atividade: Mobilização
- Data: 23/11/2024 – 05/12/2024
- Participantes: 76
- Local: Casa Cultural Associação Carla Rosa e Grupo Pérolas Negras
- Município: Viçosa/MG
Em celebração ao Mês da Consciência Negra, o Comitê de Cultura de Minas Gerais, por meio da Associação Carla Rosa, promoveu uma programação especial com o objetivo de valorizar a cultura negra, fortalecer a identidade ancestral e promover a educação antirracista. As atividades ocorreram nos formatos presencial e online, ampliando o acesso e a participação de agentes culturais de Viçosa e de diversas regiões do país.
No dia 23 de novembro de 2024, de 14h às 17h, foi realizada a Oficina de História e Mixagem do Hip Hop, com o produtor, b-boy e DJ Feijão, no Espaço Cultural Mateca, em Viçosa. A atividade reuniu 21 participantes, entre DJs, profissionais da dança e lideranças da cena hip-hop local. Durante a oficina, foram abordados os fundamentos históricos e técnicos da cultura hip-hop, reconhecida como um dos pilares da cultura negra urbana e expressão legítima de resistência e criação coletiva.
Na sequência da programação, no dia 26 de novembro, das 14h às 17h, foi realizada de forma online a Roda de Conversa “Educação Antirracista e Artes na Escola”, com o Mestre Chico — professor, ator e diretor, mestre em ensino e relações étnico-raciais e especialista em direitos dos povos e comunidades tradicionais. O encontro teve duração de três horas e tratou das novas diretrizes para o ensino da história e cultura afro-brasileira, discutindo como a arte pode ser aliada no combate ao racismo e na construção de ambientes escolares mais inclusivos.
Encerrando o ciclo de atividades, no dia 05 de dezembro de 2024, das 19h às 22h, aconteceu a Oficina e Palestra “A Arte das Trancistas”, com a mentora e trancista Rosian Mattos, referência nacional no ramo das tranças afro. Realizada presencialmente no Bristol Hotel, em Viçosa, a atividade reuniu mais de 40 mulheres, como pode-se observar através do registro fotográfico geral, que puderam aprender sobre as técnicas das tranças desenhadas, sua ancestralidade e potência na afirmação da identidade negra.
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